Para que vivo eu?

Reflexões Diárias

Deus é o sentido de sua vida: procure-o sempre.

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Enquanto não tivermos uma resposta a esta pergunta, uma resposta que nos mostre o significado da nossa existência - a nossa razão de viver, de amar, de lutar, de trabalhar, não seremos um autêntico ser humano. Seremos um bicho mais ou menos pensante que circula, come, bebe, dorme, fuça, desfruta, enjoa, se ilude, se desilude, trabalha, briga, se deprime, vai ao psiquiatra, não sabe o que lhe acontece, envelhece e morre.

Nós é que temos de "fazer a nossa vida", que é preciso "fazer algo com ela", e que não faremos nada de válido se não "soubermos o que fazer".

Justamente por termos uma inteligência e uma vontade livre, somos os responsáveis pela nossa vida.

Que fazemos dela? Que faremos dela?

Muitas vezes paramos "Nos porques?" quando deveriamos questionar-nos "Para que?"

O problema é ter que viver para quê? Ou para quem?

Eu quero encontrar algo que me faça querer viver eternamente

Esse ideal move-nos de maneira a vencermos a preguiça, a pressão do ambiente, os impulsos meramente instintivos, a inércia e a moleza, que apagam qualquer ideal? Estejamos certos de que só vivendo assim - à procura de um ideal que nos encha de sentido - poderemos dizer que somos fiéis a nós mesmos, à grandeza do que nós somos, às exigências profundas da nossa dignidade de pessoas humanas; em suma, poderemos dizer que somos autênticos seres humanos.