O valor dos pequenos atos

Reflexões Diárias

Sempre é mais agradável, mais eficiente e construtivo transmitir o bem e esquecer o mal, ressaltar o bem e ocultar o mal, fixar-se no bem, e não fazer que o mal brilhe

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Há mais coisas boas do que você pensa; talvez você não saiba descobri-Ias. É preciso olhá-las, descobri-Ias, valorizá-las.

Não se deixe enganar pela propaganda nem pelo ruído; pois, se o ruído faz muito estrago e pouco bem, o bem faz muito proveito e pouco ruído.

O ato criminoso será espalhado como notícia; o ato de virtude não será sequer mencionado nem valorizado, porque fica desconhecido.

Esse carteiro que atura o calor e o cansaço ao percorrer as ruas, a telefonista que atende prontamente aos chamados, o empregado que está apto para colocar-se à disposição do cliente, o cobrador que tem paciência diante das reclamações dos passageiros, a mãe que suporta a solidão, enquanto fica ao lado de seu filho doente, o pai que desgasta suas forças em prol dos seus familiares; mas ninguém se fixa neles e, por serem atos comuns e diários, ninguém os valoriza.

"Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas; que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce" (Is 5,20). Sempre é mais agradável, mais eficiente e construtivo transmitir o bem e esquecer o mal, ressaltar o bem e ocultar o mal, fixar-se no bem, e não fazer que o mal brilhe.