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Israel, ao ser libertado do Egito, fez a experiência da solidariedade de Deus, que o protegeu com a nuvem, o fez atravessar o mar Vermelho, o alimentou e lhe saciou a sede. Contudo, não foi fiel (vv. 1-5).
Na travessia do mar Vermelho, no maná e na água jorrada da rocha, Paulo vê prefigurações do Batismo e da Eucaristia.
A comunidade cristã, o novo Israel, deve estar atenta para não incorrer nas mesmas falhas: cobiça, idolatria, fornicação, desconfiança, murmuração.
Paulo compara as duas comunidades, a do êxodo e a cristã, e mostra claramente que o ser cristão supera todas as falhas cometidas pelo Israel do deserto (vv. 6-10).
Fazer como fizeram no passado é criar uma sociedade que tem como parâmetro as opressões do Faraó. A comunidade, lendo a história e discernindo os acontecimentos passados, percebe-se envolvida pela pedagogia de Deus.
O ser cristão, movido pelo amor, aponta para o ideal da comunhão e solidariedade das pessoas entre si e com Deus. Deus é fiel (v. 13). Cabe aos cristãos conservar e promover esse clima: o que julga estar de pé tome cuidado para não cair (v. 12).
• Quais são os sinais da presença de Deus na nossa caminhada?
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