{"id":8719,"date":"2019-05-14T10:26:11","date_gmt":"2019-05-14T13:26:11","guid":{"rendered":"http:\/\/liturgia.catequisar.com.br\/?p=8719"},"modified":"2019-05-14T10:31:36","modified_gmt":"2019-05-14T13:31:36","slug":"5o-domingo-da-pascoa-c","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catequisar.com.br\/liturgia\/5o-domingo-da-pascoa-c\/","title":{"rendered":"5\u00ba Domingo da P\u00e1scoa &#8211; C"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Meus\nqueridos Irm\u00e3os,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estamos\ncaminhando neste tempo espiritual de muita paz e presen\u00e7a constante do Senhor\nRessuscitado em nosso Meio:\n<strong><em>\u201cEle Est\u00e1 no Meio de N\u00f3s!\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jesus\nest\u00e1 no meio de n\u00f3s para <strong><em>\u201cfazer novas todas as coisas\u201d(cf. Ap 21, 5).<\/em><\/strong>\nNovo \u00e9 uma palavra m\u00e1gica, que domina a publicidade e os jornais, bem como as\nm\u00eddias sociais, mas tamb\u00e9m traduz a esperan\u00e7a que se expressa em numerosas\np\u00e1ginas das Sagradas Escrituras. O entendimento do cristianismo \u00e9 baseado na\nsucess\u00e3o da antiga e da nova Alian\u00e7a, do antigo e do novo Povo de Deus. E,\ntamb\u00e9m, na passagem da antiga para a nova vida e na observ\u00e2ncia de uma nova Lei\nem vez da antiga observ\u00e2ncia. P\u00e1scoa \u00e9 o tempo de renova\u00e7\u00e3o, de renova\u00e7\u00e3o que\nnos santifica e nos coloca mais pr\u00f3ximos de Deus. Assim a liturgia de hoje nos\npede e nos coloca diante de um novo c\u00e9u e uma nova terra, uma nova Jerusal\u00e9m e\numa nova cria\u00e7\u00e3o. Tudo redimido e recriado pela paix\u00e3o, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de\nCristo!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Caros\nirm\u00e3os,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A\nPrimeira Leitura(cf. At 14,21-27) nos apresenta a obra de Deus em Paulo e\nBarnab\u00e9. Essa leitura poderia ser considerada como uma conclus\u00e3o e um relat\u00f3rio\nda primeira viagem mission\u00e1ria de Paulo. Na viagem de volta, visitam de novo as\njovens comunidades e instituem os presb\u00edteros. &nbsp;Estes sucessos desenrolam-se entre os anos 46\ne 49. A primeira leitura acentua a ideia de que a miss\u00e3o n\u00e3o foi uma obra\npuramente humana, mas foi uma obra de Deus. No in\u00edcio da aventura mission\u00e1ria\nj\u00e1 se havia sugerido&nbsp;que o&nbsp;envio de S\u00e3o Paulo e&nbsp;de S\u00e3o Barnab\u00e9\nn\u00e3o era apenas iniciativa da Igreja de Antioquia, mas uma a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito (cf.\nAt 13,2-3). Esse mesmo Esp\u00edrito que acompanhou e guiou os mission\u00e1rios a cada\npasso da sua viagem. E aqui se repete que o aut\u00eantico ator da convers\u00e3o dos\npag\u00e3os \u00e9 Deus e n\u00e3o os homens (cf. vers. 27). A\nverdadeira&nbsp;novidade&nbsp;no&nbsp;contexto&nbsp;da&nbsp;miss\u00e3o&nbsp;\u00e9&nbsp;a\ninstitui\u00e7\u00e3o&nbsp;de dirigentes&nbsp;ou respons\u00e1veis (\u201canci\u00e3os\u201d \u2013 em grego,\n\u201cpresb\u00edteros\u201d), que aparecem aqui pela primeira vez fora da Igreja de\nJerusal\u00e9m. Correspondem, provavelmente, aos \u201cconselhos de anci\u00e3os\u201d que estavam\n\u00e0 frente das comunidades judaicas. Por isso os que t\u00eam responsabilidades de\ndire\u00e7\u00e3o ou de anima\u00e7\u00e3o das comunidades devem ficar atentos porque a miss\u00e3o que\nlhes foi confiada n\u00e3o \u00e9 um privil\u00e9gio, mas um servi\u00e7o que est\u00e1\nsubordinado&nbsp;\u00e0 constru\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria comunidade. &nbsp;A comunidade n\u00e3o\nexiste para servir quem preside; quem preside \u00e9 que existe em fun\u00e7\u00e3o da\ncomunidade e do servi\u00e7o comunit\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estimados\nIrm\u00e3os,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O\nEvangelho de hoje fala do amor fraterno(cf. Jo 13,31-33a.34-35). Daquele amor\nque Cristo nos legou junto com a institui\u00e7\u00e3o da Eucaristia na cerim\u00f4nia do\nLava-p\u00e9s. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O\nEvangelho fala da glorifica\u00e7\u00e3o de Cristo. Se o Filho do homem age de modo a\nmanifestar a gl\u00f3ria de Deus, muito logo tamb\u00e9m Deus dar\u00e1 sua gl\u00f3ria ao Filho.\nQual \u00e9 essa gl\u00f3ria? A gl\u00f3ria era a melhor coroa dos reis, seja pela riqueza que\npossu\u00edam, seja pelo poder que exerciam ou ainda pelo brilho do reinado. Quando\no Salmista canta o ser humano como rei da cria\u00e7\u00e3o, coloca-o como um ser um <em>\u201cpouco inferior a Deus, coroado de brilho e\nesplendor, com poder sobre ovelhas e bois, animais selvagens, aves do c\u00e9u e\npeixes do mar\u201d(cf. Sl 8,6-9). <\/em>Mas j\u00e1 o Antigo Testamento observava que essa\ngl\u00f3ria, baseada na posse, no poder, no prestigio, \u00e9 relativa e passageira: <em>\u201cN\u00e3o\nte exasperes, quando algu\u00e9m se torna rico, quando cresce a gl\u00f3ria de sua casa.\nAo morrer, nada levar\u00e1 consigo e sua gl\u00f3ria n\u00e3o o acompanhar\u00e1 depois da morte(cf.\nSl 49,17-18)\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Irm\u00e3os\ne Irm\u00e3s,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando\no dem\u00f4nio tentou Jesus no deserto pela terceira vez, ofereceu <em>\u201ctodos os reinos\ndo mundo com sua gl\u00f3ria(cf. Mt 4,8)\u201d.<\/em> Isto \u00e9, o diabo ofereceu todas as\nriquezas, poder e prest\u00edgio e fama. A resposta de Jesus manifesta claramente\nque a verdadeira gl\u00f3ria est\u00e1 na adora\u00e7\u00e3o e no servi\u00e7o do Senhor(cf. Mt 4, 10).\nEsse ensinamento volta muitas vezes nas prega\u00e7\u00f5es e nos exemplos de Jesus e,\nsobretudo, em seu pr\u00f3prio exemplo. Por isso, os pobres e os marginalizados\npodem dar gl\u00f3ria a Deus e serem eles mesmos glorificados, ainda que nada tenham\na n\u00e3o ser o desprezo da sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jesus\nviveu a sua paix\u00e3o e morte da forma mais elevada de glorificar a Deus, porque\nestava cumprindo \u00e0 risca a vontade do Pai. Jo\u00e3o deixa claro que toda a paix\u00e3o \u00e9\num caminho de glorifica\u00e7\u00e3o do Pai, por parte de Jesus; e de Jesus, por parte do\nPai. Jesus, portanto, glorifica o Pai, salvando a humanidade com sua morte na\nCruz, porque era \u00e0 vontade do Pai. E o Pai glorifica a fidelidade de Jesus,\nsalvando-o da morte, fazendo-o ressurgir e assentar-se \u00e0 sua direita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como\nJesus, os disc\u00edpulos devem trilhar o mesmo caminho de Jesus. A comunidade\neclesial, depois da P\u00e1scoa, n\u00e3o tem outra gl\u00f3ria a buscar sen\u00e3o a de fazer a vontade\ndo Pai, isto \u00e9, salvar a humanidade e fazer acontecer entre n\u00f3s \u00e0s alegrias\neternas. E essa salva\u00e7\u00e3o passa necessariamente pela Cruz. Cada disc\u00edpulo \u00e9\nconvidado a dar ao Pai a mesma gl\u00f3ria que Jesus lhe deu. N\u00e3o em palavras e\nculto apenas. Mas na doa\u00e7\u00e3o inteira de si mesmo em benef\u00edcio de outros. O\ncaminho do Calv\u00e1rio n\u00e3o aconteceu uma \u00fanica vez com uma s\u00f3 vitima. Repete-se em\ncada disc\u00edpulo, que se despoja a si mesmo, assumir a condi\u00e7\u00e3o de servo de\ntodos, viver solid\u00e1rio com todos, exatamente como fez Jesus. Todas as outras\ngl\u00f3rias s\u00e3o v\u00e3s e passageiras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A&nbsp;proposta\ncrist\u00e3 resume-se no amor. \u00c9&nbsp;o&nbsp;amor que nos distingue,&nbsp;que nos\nidentifica; quem n\u00e3o aceita o amor, n\u00e3o pode ter qualquer pretens\u00e3o de integrar\na comunidade de Jesus.&nbsp; Nos dias de hoje\nfalar de amor pode ser equ\u00edvoco. A palavra \u201camor\u201d \u00e9, tantas vezes, usada para\ndefinir comportamentos ego\u00edstas, interesseiros, que usam o outro, que fazem\nmal, que limitam horizontes, que roubam a liberdade. Mas o amor de que Jesus\nfala \u00e9&nbsp;o&nbsp;amor que acolhe,&nbsp;que se faz servi\u00e7o,&nbsp;que respeita\na&nbsp;dignidade e&nbsp;a liberdade do outro, que n\u00e3o discrimina nem\nmarginaliza, que se faz dom total (at\u00e9 \u00e0 morte) para que o outro tenha mais\nvida. O amor de Jesus \u00e9 a face misericordiosa do Pai.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Prezados\nirm\u00e3os,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de conhecer o abaixamento da sua Paix\u00e3o e da sua\nmorte, Jesus faz perceber aos seus disc\u00edpulos o peso, a gl\u00f3ria da sua vida. Ele\npassou fazendo o bem, s\u00f3 pregou o Amor, fez milagres por amor, deu o exemplo do\namor dando-nos a maior prova. \u00c9 tudo isso que tem peso aos olhos de Deus, tal \u00e9\na sua gl\u00f3ria. E j\u00e1 durante a \u00faltima ceia, Ele anuncia a sua ressurrei\u00e7\u00e3o\npredizendo que proximamente Ele n\u00e3o estar\u00e1 mais entre eles, do mesmo modo como\nest\u00e1 no momento em que lhes fala, mas tornar-Se-\u00e1 presente atrav\u00e9s do amor que\nos seus disc\u00edpulos ter\u00e3o uns para com os outros: que eles se amem como Ele os\namou! Este amor ser\u00e1 o sinal pelo qual ser\u00e3o reconhecidos como seus disc\u00edpulos.\nJesus n\u00e3o quer que tudo pare com a sua partida, ser\u00e3o os seus disc\u00edpulos que O\ntornar\u00e3o presente se se amarem como Ele os amou: se forem servos como Ele foi\nservo para lhes dar o exemplo; se refizerem os gestos e disserem as palavras da\n\u00faltima ceia. Isto para fazer mem\u00f3ria d\u2019Ele, isto \u00e9, recordar- se, tornar\npresente, esperar o seu regresso; se eles O reconhecem, a Ele o Senhor, sob os\ntra\u00e7os do mais pequeno entre os irm\u00e3os. Jesus de Nazar\u00e9 j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 entre n\u00f3s,\nmas Cristo ressuscitado est\u00e1 bem no meio de n\u00f3s, hoje. H\u00e1 que reconhec\u00ea-l\u2019O\npara O testemunhar pelo amor!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Caros\nirm\u00e3os,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A\nSegunda Leitura(cf. Ap 21,1-5a) nos apresenta a nova cria\u00e7\u00e3o e a nova\nJerusal\u00e9m. A \u00faltima palavra sobre a Hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o, mas a\nrestaura\u00e7\u00e3o da pureza inicial. O mundo embriagado pelo poder e pela cobi\u00e7a \u00e9\nrepresentado por \u201cBabil\u00f4nia\u201d que foi destru\u00edda(cf. Ap. 18,21-14). Mas Deus\npermanece conosco: Emanuel. \u00c9 a nova cria\u00e7\u00e3o, as n\u00fapcias de Deus com seu povo.\nEsta cidade nova, onde&nbsp;encontra guarida o Povo vitorioso dos \u201csantos\u201d,\ndesigna a Igreja, vista como comunidade escatol\u00f3gica, transformada e renovada\npela a\u00e7\u00e3o salvadora e libertadora de Deus na hist\u00f3ria. Dizer que ela \u201cdesce do\nc\u00e9u\u201d significa dizer que se trata de uma realidade que vem de Deus e tem origem\ndivina; ela \u00e9 uma absoluta cria\u00e7\u00e3o da gra\u00e7a de Deus, dom definitivo de Deus ao\nseu Povo. Esta nova realidade instaura, consequentemente, uma nova ordem de\ncoisas e exige que tudo o que \u00e9 velho seja transformado. O mar, s\u00edmbolo e\nres\u00edduo do caos primitivo e das pot\u00eancias hostis a\nDeus,&nbsp;desaparecer\u00e1;&nbsp;a velha terra,&nbsp;cen\u00e1rio da conduta pecadora\ndo homem, vai ser transformada e recriada (vers. 1). A partir da\u00ed tudo ser\u00e1\nnovo, definitivo, acabado, perfeito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O&nbsp;testemunho\nprof\u00e9tico de S\u00e3o Jo\u00e3o nos garante que n\u00e3o estamos destinados ao fracasso, mas\nsim \u00e0 vida plena, ao encontro com Deus, \u00e0 felicidade sem fim. Esta esperan\u00e7a\ntem de iluminar a nossa caminhada e dar-nos a coragem de enfrentar os dramas e\nas crises que dia a dia se nos apresentam. A M\u00e3e Igreja de que fazemos parte\ntem de procurar ser um an\u00fancio dessa comunidade escatol\u00f3gica, uma \u201cnoiva\u201d bela\ne que caminha com amor ao encontro de Deus, o amado. Isto significa que o\nego\u00edsmo, as divis\u00f5es, os conflitos, as lutas pelo poder, t\u00eam de ser banidos da\nnossa experi\u00eancia eclesial: eles s\u00e3o chagas que desfeiam o rosto da Igreja e a\nimpedem de dar testemunho do mundo novo que nos espera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Irm\u00e3os\ne Irm\u00e3s,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O\nseguimento de Jesus \u00e9 o seguimento de gratuidade, de generosidade e de amor. O\namor tem que ser como Cristo glorificou o Pai, um amor gratuito, que nada pede\nem troca a n\u00e3o ser a alegria de que o Pai receba essa express\u00e3o de amor como\nglorifica\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 qualquer gesto caritativo que distingue o crist\u00e3o nem um\namor gen\u00e9rico, que \u00e9 mais sin\u00f4nimo de gosto que de entrega. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No amor\nensinado por Jesus n\u00e3o h\u00e1 lugar para simpatias e antipatias, que tanto\ncondicionam nossos gestos. A gratuidade \u00e9 uma virtude rara na sociedade de\nhoje, t\u00e3o sens\u00edvel a pagamentos e recompensas. O amor \u00e9 generoso e gratuito!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Onde\nreina o amor, as coisas n\u00e3o ficam como est\u00e3o. Quem quebra o <em>\u201cstatus quo\u201d<\/em>\u00e9 Deus. \u00c9 dele que podemos\nesperar a total novidade. \u00c9 o que sonha o autor do Apocalipse. No fim da\nhist\u00f3ria, ele v\u00ea um novo c\u00e9u e uma nova terra. N\u00e3o tem mar, moradia do Leviat\u00e3.\nA nova realidade tem uma apar\u00eancia de uma noiva enfeitada para seu esposo: as\nn\u00fapcias messi\u00e2nicas. \u00c9 a moradia de Deus com os homens. \u00c9 a nova Alian\u00e7a: eles\nser\u00e3o seu povo e ele ser\u00e1 seu Deus. \u00c9 a plenitude do Emanuel, Deus-conosco. \u00c9 a\nconsola\u00e7\u00e3o completa. \u00c9 tudo o que se pode esperar. \u00c9 a nova cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quem\nmove a miss\u00e3o \u00e9 Deus. Miss\u00e3o amorosa. Pelo mandamento novo tudo renova, Cristo\ne os crist\u00e3os gerar\u00e3o um novo c\u00e9u e uma nova terra. O desfecho deste movimento\ndeveria acontecer em cada missa: \u201cAo chegarem, reuniram a Igreja e puseram-se a\nreferir tudo que Deus tinha feito por eles\u201d. Assim devemos tamb\u00e9m n\u00f3s recolher\nas maravilhas de Deus realizadas nos crist\u00e3os pela viv\u00eancia do mandamento novo,\napresentando-as como motivo de nossa a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Amemos\nsem amarras, porque Cristo quebrou todas as amarras e retratos falados. N\u00e3o s\u00f3\namemos com palavras! Coloquemos os mesmos rogos em pr\u00e1tica. Am\u00e9m!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura..<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amemos sem amarras, porque Cristo quebrou todas as amarras e retratos falados. N\u00e3o s\u00f3 amemos com palavras! 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