Maria
 
Maria: Esperança do povo do Senhor!
 
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Nestes dias em que penetramos nos mistérios dolorosos da vida do Senhor, da vida de Maria e de nossas vidas, não podemos deixar de falar de uma virtude que esteve muito presente na vida de Maria e que hoje somos convidados a nos renovar nela: a esperança.

A esperança

O Catecismo da Igreja Católica nos diz que a esperança “é a virtude teologal pela qual desejamos o Reino dos céus e a vida eterna como nossa felicidade, pondo toda a nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos, não nas nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo” (Catecismo da Igreja Católica, 1817).

A esperança é aquela “coisinha de nada” – como a chamaria o poeta Charles Peguy – que conduzida pela fé e pela caridade, nos sustenta em nosso peregrinar para a glória, convidando-nos a não desanimar, mas a cooperar assiduamente com esse dom.

A esperança é como a “âncora da alma”, firme e segura no meio do mar tempestuoso do mundo. É uma arma que nos defende no combate espiritual. É como uma corda firme que nos mantém agarrados a Deus e por meio da qual somos conduzidos por sua graça a avançarmos rumo à santidade.

O fundamento desta virtude é o próprio “Deus da esperança” (Rm 15,13), como O chama São Paulo. Por isso pede que nos “cumule de toda alegria e paz em nossa fé, a fim de que pela ação do Espírito Santo a nossa esperança transborde” (Rm 15,13).

Jesus é nossa esperança. N´Ele Deus realizou suas preciosas e divinas promessas. N´Ele somos chamados a uma vida plena já neste mundo e também na vida eterna.

Somos chamados a viver a esperança em todo o momento, especialmente nos momentos de tribulação. Poderíamos até dizer como São Paulo que “nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança. E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” (Rm 5, 3-5)

A esperança suscita o ânimo, nos faz tirar forças de nossa fraqueza, buscando-a no Senhor e chamando-O a pôr o máximo esforço de nossa parte para alcançar a meta como que ele nos convida: a felicidade plena.

Maria, mãe da esperança

E diante de tudo isso que falamos sobre a esperança quem melhor que Maria pode nos ensinar a como vivê-la em plenitude? Por isso hoje invocamos a Maria, esperança do povo do Senhor!

Imediatamente passado os dias de dor, tendo visto ser cumprida a promessa do seu Filho de que iria ressuscitar, Ela já aparece no centro da comunidade cristã, no meio daqueles primeiros que deveriam ser testemunhas da esperança. Encontra-se no meio dos discípulos assustados e com muito medo, para atrair novamente o Fogo do Divino Amor, o Espírito Santo.

Maria é, segundo os bispos que se reuniram em Puebla, “presença sacramental dos traços maternais de Deus. É uma realidade tão profundamente humana e santa que desperta nos crentes as preces da ternura, da dor e da esperança.” (Conclusões da III Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, 291)

Terminemos nossa Novena recorrendo a Maria, Mãe da esperança, com a confiança de que Ela sempre intercederá ao nosso Filho por nós:

“Maria, Mãe de nossa fé, vós que enfrentastes com Jesus seu sofrimento e sua morte, dai-nos a força da vida nascida em sua ressurreição. Mãe celestial, batemos à porta de vossa misericórdia maternal, porque sois nossa esperança. Senhora Aparecida, esperança nossa, suplicamos vosso favor: Fortalecei nossa vida na procura do Senhor!” (Trecho da oração Por Maria a Jesus, novo dia da Novena, p. 49)

Ir. Gilberto Cunha.

 
 
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