Colunas
 
O dízimo
Por: DOM PAULO MENDES PEIXOTO
ARCEBISPO DE UBERABA - MG
www.bispado.org.br
 
Leia os outros artigos
 
Para enviar esse texto automaticamente no FACEBOOK, clique no botão abaixo:
Você tem muitos amigos e envia e-mails para todos? Então você pode enviar esse artigo para todos seus amigos de uma única vez, basta copiar a url abaixo e colar em seu e-mail.
Para enviar manualmente, copie CTRL C o código acima e cole CTRL V no mural ou mensagens de e-mails dos seus amigos:
Leia os outros artigos
 

Apresentação: “Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9,7).
(Por Dom Leonardo)

  • A missão pede entrega, doação e generosidade.
  • Dízimo é participar no anúncio do “Evangelho da Alegria”.
  • Anúncio que acontece como presença da comunidade dos cristãos.
  • O Papa Francisco diz que a Igreja esteja em permanente missão.
  • A conversão pastoral exige renovação na ação missionária.
  • Sair da mera pastoral de conservação e ser mais dinâmica.
  • É importante cultivar a vida comunitária com chave missionária.
  • Para isso a Igreja retoma a Pastoral do Dízimo como caminho.
  • O dízimo é uma forma de sustentação da ação missionária.
  • É urgente pensar em estruturas pastorais para ajudar na missão.
  • O dízimo deve se situar no âmbito da fé e na Pastoral de Conjunto.
  • A perspectiva principal da Pastoral do Dízimo é a Evangelização.
  • O atual texto foi muito bem partilhado por todo nosso episcopado.
  • Após longamente refletido, foi provado no Conselho Permanente.

Introdução

  • Desde a década de 50 do século passado a CNBB fala do dízimo.
  • A vida comunitária é fundamental para a renovação da paróquia.
  • Para chegar ao texto atual foi feito um percurso longo de reflexão.
  • A Assembleia Geral da CNBB de 2016 delegou ao Conselho Permanente a aprovação oficial do texto que ora temos.
  • O dízimo é apresentado na perspectiva da evangelização, como um dos elementos da “conversão pastoral e paroquial”.
  • Pela diversidade pastoral e o caminho percorrido pelas Igrejas particulares, foi desaconselhado um plano nacional do dízimo.
  • O documento apenas indica elementos bíblicos e teológicos.
  • Esclarece conceitos e termos que ajudem a compreender o dizimo.
  • Oferece orientações gerais e linguagem propositiva sobre o dízimo.
  • São duas partes, conceitos e orientações sobre sua implantação.
  • Respeita o caminho já feito pelas pastorais e vem como anexo.

CAP I – A compreensão do dízimo

  • Dízimo e pastoral têm que ter uma correta e ampla compreensão.
  • Saber o que é o dízimo e quais são os seus reais fundamentos.
  • Na base estão os princípios bíblicos, cristológicos e eclesiais.
  • Conhecer suas dimensões e finalidades no âmbito da fé cristã.
  • A Pastoral do Dízimo esteja ligada à Pastoral de Conjunto, tendo como objetivo principal realizar a perspectiva da evangelização.

1. O que é o dízimo?

  • Expressão de fé, comunhão, participação e ação evangelizadora.
  • Ele é contribuição sistemática e periódica, que supõe pessoas evangelizadas e comprometidas com a evangelização da Igreja.
  • Características do dízimo: supõe experiência de Deus e amor fraterno, compromisso moral, consciência, sistemático e periódico.
  • O dízimo é compromisso de fé, relacionado à experiência de Deus.
  • Na intimidade com Cristo o cristão vive a oblatividade e a partilha.
  • Está relacionado com o amor fraterno que circula na comunidade.
  • Fruto de uma caridade ativa, prática dizimista de quem tem fé.
  • Sendo um compromisso moral, o dízimo nasce de decisão pessoal.
  • Ele exprime uma pertença afetiva à Igreja vivida em comunidade.
  • O dízimo expressa fé em Deus, comunhão e participação livre.
  • Não é fruto de lei, mas decisão da consciência iluminada pela fé.
  • Escolher o dízimo, a quantia depende de decisão da consciência.
  • Supõe iluminação da Palavra de fé e necessidade da comunidade.
  • Palavras de São Paulo: “Cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento, pois Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9,7).
  • No Antigo Testamento, dízimo era a 10ª parte dos bens próprios.
  • A Igreja não determina nenhuma porcentagem predefinida e nem a forma como isso deve ser feito, que depende da cada lugar.
  • A contribuição deve ser sistemática, estável e de forma periódica.
  • Pode ser quando o fiel recebe o salário ou no tempo da colheita.
  • O dízimo não se reduz apenas a sustentação econômica de pessoal ou manutenção de estruturas, mas tem objetivo evangelizador.

2. Os fundamentos bíblicos do dízimo

  • A contribuição com o dízimo nasce de um coração agradecido.
  • Sua fundamentação está na Sagrada Escritura lida na Igreja.
  • Deus é dono de tudo e o dízimo significa esse reconhecimento.
  • Além de reconhecimento, é também gesto de agradecimento.
  • O dízimo favorece na comunhão de bens vivida pela comunidade.
  • Abraão agradece a Deus dando o dízimo de tudo (Gn 14,17-20).
  • Jacó também dá o dízimo na experiência com Deus (Gn 28,18-22).
  • Ele é oferecido pelos patriarcas como reconhecimento e gratidão.
  • Com Moisés, o dízimo é visto como preceito (Lv 27,30).
  • Passa a ser ajuda no sustento dos levitas pelos serviços litúrgicos.
  • Os levitas entregavam aos sacerdotes o dízimo dos dízimos, sendo auxílio para os carentes: estrangeiros, viúvas, órfãos (Nm 18,26).
  • Era também meio pedagógico para exercitar o temor do Senhor (Dt 14, 22-23), entregue anualmente ou trimestralmente.
  • Quando anualmente, era levado ao lugar do culto (Dt 12,5).
  • Quando trienalmente, era entregue aos levitas para sustento dos pobres (Dt 14,28-29).
  • Após o Exílio, o povo se tornou mais fiel ao dízimo (II Cr 31,5-7).
  • A abundância era tanta que sobrava das primícias (II Cr 31,10).
  • A fidelidade ao dízimo era fruto da nova organização litúrgica (Ne 10,36-39).
  • Neemias censura o desleixo pela casa de Deus por falta de dízimo (Ne 13,10-11).
  • Com isso, todos passaram a levar os dízimos de cereais, vinho e azeite (Ne 13,12).
  • Amós condena o culto sem conversão, sem sacrifícios e sem o dízimo (Am 4,4-5).
  • Malaquias condena a infidelidade ao dízimo e ofertas (Ml 3,8-10).
  • Os profetas ligam o dízimo com a fidelidade do povo à Aliança.
  • O dízimo não é simples formalismo do culto, mas vida interior.
  • A prática do dízimo dos Evangelhos vem da prática judaica.
  • Jesus foi contra a prática dos fariseus e escribas, preocupados com a lei do dízimo sem a justiça, a misericórdia e a fé (Mt 23,23).
  • O fariseu se sente superior ao publicano porque diz pagar dízimo.
  • O fariseu da parábola não voltou justificado (Lc 18,9-14).
  • A partilha entre os discípulos de Jesus não era chamada de dízimo.
  • Os discípulos ajudavam o Senhor com os seus bens (Lc 8,1-3).
  • Entre os discípulos de Jesus havia uma bolsa comum (Jo 13,29).
  • Jesus apresenta o exemplo da viúva pobre que deu apenas duas moedas de prata (Mc 12,41-44).
  • Nas primeiras comunidades cristãs, o que cada um possuía era colocado para todos.
  • Os bens pessoais se tornaram comunitários por livre decisão.
  • Era expressão natural do amor por Cristo e pelos irmãos.
  • A partilha fazia parte da vida das primeiras comunidades cristãs (At 2,42-47).
  • A coleta era o modelo de partilha entre as comunidades cristãs para ajudar quem passava fome (Rm 15,26-27; ICor 16,1-4).
  • Essa prática cristã inspira a dimensão caritativa do dízimo hoje.
  • São Paulo diz que cada fiel deve dar “conforme tiver decidido em seu coração”, e “Deus ama quem dá com alegria (2Cor 9,7).
  • No Novo Testamento o dízimo, por lei, deve sustentar os sacerdotes, socorrer necessitados e manifestar o temor de Deus.
  • Hoje não está baseado em lei, mas na decisão livre da consciência.
  • A partilha não é cálculo de porcentagem, mas ação de graças.
  • A tônica predominante deve ser o amor a Deus e aos irmãos.
  • Fazendo percurso bíblico, concluímos que a consciência do dízimo vem do reconhecer quem é Deus e gratidão que temos a ele.
  • A entrega do dízimo não pode ser preceito, mas pulsar do coração.
  • Mais do que isto, é a alegria de se sentir amado por Deus.
  • É um princípio interior, baseado no amor de Deus, universal e incondicional, e relaciona o dízimo com a misericórdia e a justiça.
  • Tanto o dízimo do AT, como a partilha do NT, ambos brotam da fé.
  • A vida moral está ligada à vida litúrgica, daí a Pastoral do Dízimo.
  • A visão bíblica do dízimo é diferente da “teologia da prosperidade”.
  • Dízimo não é negociata com Deus, senão a visão seria distorcida.
  • Para isto, evitar interpretação fundamentalista da bíblia, texto fora do contexto, separando Antigo Testamento do Novo Testamento.

3. As dimensões do dízimo

  • Religiosa, porque Deus é senhor de todos os bens; eclesial, para manter as estruturas; missionária, partilha; caritativa, caridade.
  • O dízimo está relacionado à fé e à pertença a uma comunidade.
  • Ser comunidade cristã forma corpo e corresponsabilidade nele.
  • Aí o dízimo tem dimensão religiosa, baseado na comunidade de fé.
  • A dimensão eclesial faz com que o dízimo sustente o culto divino.
  • Com a partilha a Igreja sustenta a dimensão missionária de ajuda.
  • Aqui tem sentido falar de “paróquias-irmãs” e de “Igrejas-irmãs”.
  • Para ninguém passar falta, proclama-se da dimensão caritativa.
  • Na Igreja primitiva, tudo “era distribuído a cada um” (At 4,35-35).
  • Os apóstolos pediram para não se esquecer dos pobres (Gl 2,10).
  • A opção pelos pobres é dimensão constitutiva da missão da Igreja.
  • Na diaconia da caridade, a Igreja deve ouvir o clamor dos pobres.
  • O dízimo fornece condições para uma “organização articulada”.

4. As finalidades do dízimo

  • Organizar o culto divino, prover o sustento do clero e demais ministros, praticar obras de apostolado, de missão e de caridade.
  • As finalidades do dízimo decorrem de sua natureza e dimensões.
  • O dízimo deve coincidir com as “obras de apostolado” da Igreja.
  • No Código de Direito Canônico: “os fieis têm obrigação de socorrer as necessidades da Igreja”, para exercer os seus fins (c. 222 § 1).
  • Devem promover a justiça social e socorrer os necessitados.

CAP II – Orientações para a Pastoral do Dízimo

  • A Pastoral do Dízimo esteja relacionada à Pastoral de Conjunto.
  • Ela tem por finalidade motivar, planejar, organizar e executar iniciativas para implantação e funcionamento do dízimo.

1. Implantação do dízimo

  • Na implantação do dízimo, os fieis tenham a oportunidade de conhecê-lo bem para assumi-lo com motivações corretas.
  • Saber bem o que ele é, os seus fundamentos e as suas finalidades.
  • Cuidar bem do modo de apresentar o dízimo, evitando confusões.
  • Começar a implantação com um período de sensibilização, de conscientização e formação de agentes para a Pastoral do Dízimo.
  • Organizar uma campanha que inclua equipe de coordenação, tema, peças de divulgação, prazos, planejamento, agentes etc.
  • A Pastoral do Dízimo deve envolver todas as pastorais da paroquia, os movimentos, os serviços e as novas comunidades.
  • Ter amplo diálogo para aprofundar as convicções de todos os agentes, sejam ministros ordenados e os diversos colaboradores.
  • Os resultados vão depender de um amplo processo participativo.
  • É importante realizar Assembleias Pastorais para promover o diálogo, a participação e a corresponsabilidade necessários.
  • O Papa Francisco: “o que é de todos deve ser por todos tratado”.
  • Ele recorda a sinodalidade como dimensão constitutiva da Igreja.
  • Sinal de que o povo deve ser ouvido na implantação do dízimo.
  • O dízimo deve ser uma forma habitual de contribuição, que nasce da formação da consciência fundamentada na gratuidade de Deus.
  • Refletir sobre a real conveniência de continuar cobrando as taxas, as espórtulas, as festas, as campanhas e as promoções.
  • As festas não precisam ser abolidas, pois ajudam na convivência.
  • As campanhas devem continuar, com finalidades específicas sem prejudicar a consciência sobre o dízimo e nem pesar as famílias.
  • As coletas especiais se distinguem do dízimo pela finalidade que têm, não devem ser muitas e nem prejudicar a Pastoral do Dízimo.
  • Fundamentais: conhecimento, planejamento, colaboração, adesão, material, distinção entre dízimo e outras formas, prestação de contas e transparência, ligação entre dízimo e evangelização.

2. A organização e o funcionamento da Pastoral do Dízimo

  • A Pastoral do Dízimo necessita de equipes organizadas nas paróquias, nas dioceses e nos regionais com pessoas preparadas.
  • O bispo e o pároco têm papel fundamental na Pastoral do Dízimo.
  • A equipe diocesana deve fazer campanhas de conscientização.
  • Se possível, haja equipe nos regionais da CNBB, para promover encontros para troca de experiências entre as dioceses.
  • Essa equipe se encarregue de preparar materiais sobre o dízimo.
  • A equipe esteja bem integrada em todo regional para mobilizá-lo.
  • O dízimo seja paroquial e de ajuda nas suas necessidades locais.
  • Dízimo é diferente de outras doações, para fins não da paróquia.
  • A Pastoral do Dízimo tem diversas modalidades, dependendo do lugar onde é realizado e do momento de entrega da contribuição.
  • Numa Igreja particular, o sistema do dízimo deve ser unificado.
  • Para uns o recolhimento é feito no expediente da secretaria, ou no plantão do dízimo, ou também durante as celebrações litúrgicas.
  • Os sistemas de carnês e de envelopes têm sido os mais comuns.
  • O uso de débito automático enfraquece a consciência eclesial.
  • O dízimo nas celebrações não pode ser confundido com as ofertas.
  • O dízimo é caracterizado pela legislação brasileira como doação.
  • Mas ela exige documento comprobatório de receitas e despesas.
  • Recomenda-se: registrar as contribuições, dar recibo a quem o pedir, usar conta da instituição e nunca em nome de pessoa física.
  • Não é recomendável recolher o dízimo nas casas, porque isso enfraquece a responsabilidade do dizimista e há perigo de assalto.
  • Respeitar o direito de privacidade e anonimato aos que pedem.
  • Fazer divulgação periódica, mas com discrição para evitar riscos.
  • É importante divulgar as aplicações feitas com o dízimo paroquial.
  • Levar em conta uma linguagem unificada dentro das regiões.
  • As palavras mais indicadas são: contribuir ou partilhar o dízimo.
  • Haja integração entre Pastoral do Dízimo e o Conselho Econômico.
  • É bom que algum membro do dízimo seja também do Conselho.
  • Relação também entre Pastoral do Dízimo e Conselho Pastoral.
  • Isso contribui com a pastoral orgânica paroquial e diocesana.
  • Elementos: ter equipe, participação dos ordenados, unificação, divulgação, aspectos legais, linguagem, harmonia pastoral.

3. Os agentes da Pastoral do Dízimo

  • Os agentes de pastoral devem dar testemunho de ser dizimistas.
  • Os ordenados sejam dizimistas e agentes da Pastoral do Dízimo.
  • Os agentes sejam bem formados, bem entrosados e em equipes.
  • A formação do dízimo é fundamental nos seus diversos aspectos.
  • O conteúdo seja bíblico-teológico, humano e técnico-organizativo.
  • Uma formação com metodologia e conteúdos adequados.
  • O material seja de boa qualidade e disponíveis para os agentes.

4. O dízimo na Pastoral de Conjunto

  • A Pastoral do Dízimo cria solidariedade das pessoas na vida da comunidade, que significa vivência concreta da catolicidade e da missionariedade da Igreja paroquial ou diocesana.
  • O dízimo reforça o sentido de pertença a uma Igreja particular concreta e aprofunda a compreensão da Pastoral de Conjunto.
  • A Pastoral do Dízimo cultiva um profundo sentido missionário e as pessoas se abrem para ajudar as comunidades mais necessitadas.
  • Como meio ordinário de sustentação, a comunidade se abre para necessidades supra paroquiais: Seminário, cúria, bispo, padres.
  • A formação sobre o dízimo deve fazer parte da iniciação à vida cristã, envolver a catequese, as crianças, a formação dos noivos.
  • Em alguns lugares existe o “dízimo de crianças”, ou o “diziminho”.
  • Dar formação sobre o dízimo aos futuros ministros ordenados.
  • O dízimo é pastoral de cooperação, abertura, de Igreja particular, de catequese e de presença nos conselhos e Assembleias.

5. Motivação permanente

  • O dízimo está relacionado com o crescimento e a vivência da fé.
  • Ele cresce conjuntamente com a qualidade de vida cristã.
  • O que promove o crescimento da fé promove também o dízimo.
  • Fazer uma motivação permanente de cultivo integral do dízimo.
  • Ele se sustenta a partir da experiência de Deus na vida cristã.
  • Não se sustenta quando a preocupação é só com os dividendos.
  • Elementos: atuação dos ministros ordenados, testemunho, gestão participativa e transparente, colaboração fraterna e missionária.

Conclusão

  • Essas orientações são de referência e de retomada da opção da Igreja pelo dízimo, como forma habitual de manutenção das comunidades cristãs e de evangelização.
  • A partilha é elemento da fé apostólica e da solidariedade fraterna.
  • Queremos contribuir para a consolidação da Pastoral do Dízimo e estimular as comunidades cristãs a fazer a opção pelo dízimo.
  • Confiamos a opção a Nossa Senhora Aparecida como nas Bodas de Caná, que notou a falta de vinho e procurou providenciá-lo.

Oração

Pai santo, contemplando Jesus Cristo, vosso Filho bem amado que se entregou por nós na cruz, e tocado pelo amor que o Espírito Santo derrama em nós, manifesto, com esta contribuição, minha pertença à Igreja, solidário com sua missão e com os mais necessitados. De todo coração, ó Pai, contribuo com o que posso: recebei, ó Senhor. Amém.

Síntese feita por
Dom Paulo Mendes Peixoto.

 
 
xm732