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Introdução às Confissões de Santo Agostinho Capítulo 4
Por: Adriano José Gonçalves
Paróquia Santuário de São Judas Tadeu
Sete Lagoas - Minas Gerais
E-mail: sharingamn@gmail.com
 
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“E disse DEUS: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, DEUS o homem à sua imagem; à imagem de DEUS o criou; homem e mulher os criou.” (Gênesis, 1, 26s).

Santo Agostinho ensina que se fomos criados à imagem e semelhança de DEUS, temos um enorme potencial latente dentro de nós. Existem vestígios de DEUS em cada um. A criação esconde em si, resquícios do Criador. Resquícios que conduzem ao Criador. Podemos encontrar a DEUS, porque ELE deixou sua marca em cada um. DEUS nos conhece, e está sempre conosco. ELE vive conosco.

É uma força presente e atuante em cada momento de nossas vidas, “mais íntimo a nós do que a nossa própria intimidade”, mesmo que nem sequer percebamos.

Isto é uma parte do que reserva uma leitura das Confissões de Santo Agostinho. Este livro é verdadeiramente uma busca e um encontro. O que se busca pode ter muitos nomes, mas é sempre o mesmo encontro acontecendo. Encontro com algo significativo, com algo maior, com algo que mexe. Santo Agostinho já passou por este mundo.

Ele morreu em 430 durante o cerco de Hipona pelos Vândalos. Mas o que ele fez e deixou não passa. E enquanto o ser humano tiver um lado religioso dentro de si, suas Confissões ainda serão lidas.

 



 
 
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