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Ouça-me, mãe

Mãe, quando eu era pequenino,
você me ensinava a rezar, e
preocupada com meu destino,
dizia que era preciso amar.

Éramos simples, pobres, mas de
coração muito nobre.

Pelas ruas da cidade, eu buscava a
felicidade.

Ninguém ligava para nós;
não tínhamos vez nem voz.

Só me sentia importante, quando na missa
da capelinha aquele padre de alma
gigante me chamava para ser o coroinha.

Como era gostoso ficar no
santuário, contemplando Jesus no
sacrário.

Sentindo sua presença em mim,
descobri por que ao mundo vim.

Mas cresci e ando bem triste,
pois muitos duvidam que Deus existe.

Ele está presente em cada irmão.

Ainda ontem, perto da estação, eu
o vi dormindo numa caixa de papelão.

Só que ele era uma faminta criança,
desfigurando a imagem da
esperança.

Ora, se para proteção da criança
elaboraram um belo estatuto, que é
lei, norma, aliança, por que a trata
assim o adulto?

É, mãe, os adultos têm coração de fel,
e ainda não entenderam que o Reino do Céu
é feito de quem, na perseverança,
demonstra ter a pureza da criança.


Francisco Bueno
Santa Cruz das Palmeiras - SP

 
 
 
 
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